Edição Nova - Editora Landmark - O Morro dos Ventos Uivantes - Emily Brontë

escrito por Rafael Fernandes


EMILY BRONTË
EDIÇÃO BILÍNGUE – PORTUGUÊS/ INGLÊS
BROCHURA – 16CM X 23CM ° 304 PÁGINAS – TRADUÇÃO DORIS GOETTEMS
2011 ° LITERATURA INGLESA: ROMANCE
ISBN 978-85-8070-003-9
PREÇO DE CAPA: R$ 25,00

A EDITORA LANDMARK APRESENTA MAIS UM DOS GRANDES CLÁSSICOS DA LITERATURA, EM NOVA E INÉDITA TRADUÇÃO PARA A LÍNGUA PORTUGUESA, EM EDIÇÃO BILÍNGUE, RESGATANDO TODA A PROFUNDIDADE E MAESTRIA DO ROMANCE O MORRO DOS VENTOS UIVANTES, DE EMILY BRONTË.

O MORRO DOS VENTOS UIVANTES foi publicado em 1847 através do pseudônimo Ellis Bell. Hoje considerado um dos grandes clássicos da literatura universal, caracteriza-se como uma grande história de amor amaldiçoado e de vingança, e visto como a mais intensa história de amor já escrita na língua inglesa, tendo recebido fortes críticas quando de sua publicação no século 19.
Um ano antes de seu lançamento, as três irmãs Brontë - Charlotte, Emily e Anne - haviam publicado uma coletânea de poemas sob o nome de “Currer, Ellis e Acton Bell”. Nos círculos literários ingleses era crença generalizada que as “Irmãs Brontë” e os “Irmãos Bell” fossem as mesmas pessoas. No entanto, o simples crédito deu margem a controvérsias: qual das irmãs Brontë seria qual dos irmãos “Bell?
Correntes de críticos afirmavam que os três pseudônimos pertenciam na realidade à Charlotte Brontë; outros sugeriam que os demais pseudônimos “Bell” não se relacionavam com nenhuma das irmãs, e se referiam a seu Irmão, Branwell. Críticos da época reagiram com indiferença a “O MORRO DOS VENTOS UIVANTES”, comparando-a desfavoravelmente com “Jane Eyre”, de Charlotte Brontë, enquanto outros achavam o livro excessivamente mórbido e violento. Finalmente, a reavaliação crítica gradual encabeçada pela própria Charlotte resultou no reconhecimento do gênio de Emily e na aceitação de «O MORRO DOS VENTOS UIVANTES» como uma obra-prima singular, representando um distanciamento radical da tradição vitoriana de romance, uma vez que - é fortemente influenciado pelo estilo de lorde Byron e Percy Shelley, em suas poesias, e pelo ar gótico e rebuscado de Horace Walpole (autor do primeiro romance gótico “O Castelo de Otranto”) e por Mary Shelley (autora de “Frankenstein” e “O Último Homem”).
O MORRO DOS VENTOS UIVANTES possui características ímpares diante de seus contemporâneos: enquanto outros se baseavam em ações complexas, geralmente tortuosas, sua estrutura dramática é resultado do choque de vontades, através de uma rica mistura de romantismo e realismo, transbordando de paixão, turbulência e misticismo.
O MORRO DOS VENTOS UIVANTES já foi adaptado mais de vinte vezes para o cinema, rádio e televisão.
A versão de William Wyler de 1939, estrelada por Merle Oberon como Cathy e Laurence Olivier como Heathcliff, é considerado um dos grandes clássicos do cinema até os dias de hoje, indicado para sete categorias da mais importante premiação do cinema e vencedora do prêmio por sua fotografia; as versões mais recentes são as de 1992, estrelada por Juliette Binoche e Ralph Fiennes, e a de 2011, estrelada por Kaya Scodelario e James Howson.

Conheça mais a autora: 

EMILY BRONTË: (1818- 1848) escritora inglesa, integrante de uma família de escritores muito unida. As quatro irmãs criaram um mundo rico de imaginação e fantasia, o que funcionava como um escape ao tédio puritano da religião e proporcionava um alívio à rigorosa pobreza da vida no campo. Assim, inventaram um universo barroco repleto de reinos encantados e românticos, explorando seus personagens imaginários numa imensa coleção de diários, peças, poemas e histórias. Quando se cansaram de suas próprias criações, os irmãos se deliciaram com novas descobertas feitas na formidável biblioteca de seu pai. Emily, parecia destinada a ficar em casa para sempre: diversas passagens por outros colégios internos fracassaram logo no início, pois ela não suportava a saudade de casa e definhava. Em 1842, no entanto, Emily e Charlotte foram estudar línguas na Bélgica. Na volta, um ano mais tarde, ambas abriram uma escola na casa paroquial, mas nenhum aluno se matriculou. Em 1845, Charlotte descobriu casualmente poemas escondidos de Emily e percebeu imediatamente que o trabalho de sua irmã possuía “uma música especial – selvagem, melancólica e elevada”. Por insistência de Charlotte, as três irmãs compilaram uma seleção de poemas, publicada em 1846 sob pseudônimo. Apesar das vendas desencorajadoras, Emily e Anne entusiasmaram-se com a publicação conjunta, e cada uma começou a escrever romances. O primeiro foi "JANE EYRE", de Charlotte, em outubro de 1847, seguido por "O MORRO DOS VENTOS UIVANTES", de Emily, dois meses depois, e "AGNES GREY", de Anne. Mas o fim dessa família notável aconteceu rapidamente. Emily morreu de tuberculose em novembro de 1848, seguida por Anne, em julho do ano seguinte. Charlotte, que lutou com sucesso pelo reconhecimento póstumo dos trabalhos das irmãs, morreu em 1855.

Pra quem já leu qualquer edição do livro, mega clássico, sabe o quanto ele é polêmico e blábláblá, mas eu amo esse livro mesmo de qualquer jeito, por que os personagens principais me cativaram bastante na primeira leitura e por isso me grudei à história como chiclete, quando descobri que a Bella de "Crepúsculo", não desgrudava dele, como uma leitura viciante, me contagiou, quando tiver oportunidade resenharei para vocês minha opinião do livro. Antes de mandar bala, recomendo, mesmo com essa nova edição da Landmark, compensa, aliás você estará lendo um clássico universal e enriquecendo seu vocabulário. See ya!


10 Comentaram:

  1. Gostei mais dessa capa!! Não gosto da outra...

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  2. Oi Rafael!
    Adorei esse lançamento da Landmark!
    Como já falamos pelo twitter, amei o livro e já tenho um aqui, mas essa edição está linda!
    Beijos!

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  3. @Aione Simões relamente tem varias capas.... nao coloquei todas se nao daria tiks nos leitores sacome todo mundo adora uma boa capa... e eh nao escapa.. vlw tbem as duas pelo comentario bjs

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  4. Merecidíssmo lançamento.Caramba,já li esse livro há um tempão e,ele é simplesmente maravilhoso!
    O meu é antigão,de capa duro ainda,bem clássico,mas essa capa abusou,é linda por demais.Agora,o que realmente importa é a estória.Belíssima.
    Bjcas!
    http://www.cacholaliteraria.blogspot.com

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  5. Quero ler esse livro e amei essa capa! Quero saber o que é todo esse segredo porque varia muito de pessoa que gosta e odeio ! Ed.Landmark sempre trazendo sucessos ")

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  6. Gostei dessa capa!!!
    Eu li a edição da Lua de Papel e confesso que foi por curiosidade, depois de ter lido sobre ele em Crepúsculo *-*
    Bjos!!!
    Andréia
    Sentimento nos Livros

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  7. Já li o livro, mas foi na versão antiga se não foi uma das primeiras versões, mas digamos que eu esperei do livro algo que ele não tem então foi uma decepção, mas fora minhas falsas expectativas o livro é bom

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  8. Esse é um dos clássicos que está na minha lista "Clássicos que devo ler"! Ele é publicado por várias editoras, não é?! Enfim, essa capa é linda! :D Parabéns pelo blog!!

    Beijos!

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  9. A muito tempo estou querendo ler esse livro. Como o Marcelo disse, as opiniões sobre ele são muito contraditórias, o que só aumenta minha curiosidade. Adorei essa capa!

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  10. Rafa, tô passando longeeee desse livro rsrs Detestei totalmente =/

    Bjs,
    Kel
    www.itcultura.com

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